A morte nos espreita, mas o que fazemos para esperá-la?

Raissa Profana

Quinta-feira eu assisti um filme inspirado em uma história real sobre suicídio assistido e a luta de um médico para aprovar o direito de pessoas com doenças terminais morrerem com dignidade.

you don

Coincidência ou não hoje chegou a minha TL no Facebook, compartilhada em um grupo que faço parte, um vídeo de uma pessoa cometendo o suicídio assistido num canal de TV na Suiça.

Não consegui conter as lágrimas, não por ver uma pessoa morrer, nem por ver uma pessoa cometer suicídio, muito menos por sentir que talvez fosse desespero. Eu simplesmente chorei.

Me senti muito pequena diante de tudo o que existe aos meus olhos, por muitas vezes pensei em simplesmente pendurar uma corda na sacada, enrolar em meu pescoço e pular, ou até arrumar um arma e puxar o gatilho enquanto aponto em minha cabeça, mas todas as vezes que pensei nesse fim o que mais me passava em…

Ver o post original 188 mais palavras

Anúncios
Esse post foi publicado em Sem categoria. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s